Além das Muralhas – Fresno

Olá pessoal! Como vocês tem passado?

Hoje estou fazendo um post meio diferente. Assisti esse vídeo hoje e quis compartilhar com vocês. Na verdade, eu assisti esse vídeo pela primeira vez na faculdade, na disciplina de Esporte Adaptado.

É um vídeo emocionante que nos faz pensar em muitas coisas. É admirável como as pessoas têm a capacidade de ir além. Mas muitas vezes preferimos dar desculpas e ficar apenas nos lamentando. Os atletas deste vídeo são exemplos maravilhosos de que precisamos ser fortes para perseguir nossos sonhos.

Também penso que precisamos acreditar mais nas pessoas que estão perto de nós. Muitas vezes não possibilitamos o desenvolvimento de uma pessoa por não acreditar nela. Não damos oportunidades, não confiamos uma tarefa ou simplesmente falamos que sua ideia ou sonho é uma loucura.

Eu sei que na maioria das vezes fazemos isso sem querer, e fazemos isso com a gente mesmo. Coisas do tipo “isso não vai dar certo”, “isso é bobagem”, “isso é perda de tempo”, “isso não dá dinheiro”, “tem coisas mais importantes para você fazer”, “isso é muito difícil”…e por aí vai. Frases de desânimo escapam sem querer, afinal, no mundo de gente grande precisamos manter os pés no chão, e sonhar é bobagem! Mas, cada vez mais acredito que pessoas que foram além são pessoas sonharam.

Que tal pensarmos em uma frase de incentivo, de apoio, de ânimo para seu colega do trabalho, seu marido, sua esposa, irmãos, pais, parentes, amigos!!!! Pensou uma frase legal?? Deixe nos comentários!!

Bjs e ótima sexta!

Todos os nossos sonhos podem vir a ser verdadeiros – se tivermos a coragem de segui-los. (Walt Disney)

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Era uma vez, dois esqueletos que se amavam…

Não poderia deixar de fazer um post com esse vídeo. É uma campanha contra a discriminação que levanta as diversas formas em que essa discriminação pode acontecer.

Como professora de Educação Física, queria levantar uma questão que está presente na escola, entre nossas crianças e nossos jovens: a discriminação pelo corpo. O baixinho, a gordinha, o magrelo, a grandona, o barrigudo, a miudinha, o desengonçado, aquele que anda assim, aquela que corre assado… Desde de crianças estamos sujeitos a sermos rotulados, e como se isso não bastasse, fazemos o mesmo: rotulamos nossos colegas!

Quantas vezes nas aulas de educação física, nós sentimos envergonha do nosso corpo? E quantas vezes fomos deixando de lado nossa vontade de brincar, jogar, dançar, pular corda, correr porque nossos corpos ficariam muito expostos?

Então levamos essa vergonha para a vida toda…Afinal, os rótulos não acabam na escola. Lá está a mídia, sempre impondo o padrão de beleza, o corpo perfeito. E o que nós fazemos com essa imposição? Ajudamos a mídia a reforçar esses padrões? Nos tornamos escravos ou vítimas? Lutamos contra ela? Vamos continuar rotulando nossos colegas de trabalho, faculdade ou familiares? O que vamos ensinar para nossos alunos na escola? Como vamos agir numa situação de discriminação? O que vamos ensinar para nossos filhos?

Enfim, somos apenas pessoas, somos apenas esqueletos tentando ser felizes!